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Construtores
insistem na substituição da Sisa pelo IVA
A
Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas
(AECOPS) considera que é fundamental a substituição da Sisa
peo IVA à taxa de 5% . Esta posição prende-se com a revisão
do IVA proposta em Bruxelas. A associação acha que estão a
ser criadas as condições legislativas para colocar fim à
Sisa. A AECOPS insiste
que a taxa de IVA deverá ser efectivamente de 5% e não outra
qualquer. Se se tratar de
uma taxa de 7%, na óptica
daquela associação, terá fortes repercussões negativas
junto da opinião pública, tendo em conta que se tratará de
um agravamento face à actual taxa máxima de Sisa, que é de
6%. A substituição pelo IVA à taxa reduzida implicará um
benefício generalizado para o comprador.
Endividamento
autárquico acelera
O
endividamento das autarquias em Portugal fixou-se nos 23 milhões
de euros até Maio deste ano, de acordo com o Boletim Estatístico
do Banco de Portugal. Quer isto dizer que nos primeiros cinco
meses de 2003 se registou um crescimento homólogo ao nível
dos créditos dos municípios. Isto porque, no mesmo periodo
do ano, os depósitos das câmaras municipais ultrapassavam os
empréstimos em 20 milhões de euros, acrescenta o banco
central, tendo em conta a diferença entre os empréstimos
municipais junto dos bancos e os seus depósitos e amortizações.
Uma realidade que não se aplica ao mesmo periodo deste ano, o
que levou à depreciação da situação fInanceira das
autarquias nacionais.
Clima
económico mantém-se negativo
O
indicador do clima económico pennaneceu no nível mais baixo
no segundo trimestre de 2003, segundo o Instituto Nacional de
Estatística (INE). Apesar da performance negativa, em termos
mensais, regista-se uma recuperação a partir de Abril. De
acordo com dados do INE, o indicador atingiu os -2, à
semelhança do primeiro trimestre do ano. Desde Abril, altura
em que se verificou o minimo de -2,4, o indicador aumentou
para os -2,3 em Maio para os -1,9 em Junho último,
acrescentou o instituto. Refira-se que a economia portuguesa
recua há três meses consecutivos, bem como o desemprego, que
tem aumentado desde 2002, mediante os cortes em pessoal
realizados por um elevado número de empresas.
Portugal
não atrai investimento
estrangeiro
O
investimento estrangeiro em Portugal, nos cinco primeiros
meses, revelou uma forte quebra, na ordem dos 93 % , para
174,2 milhões de euros, face a igual período do exercício
anterior. O investimento português no exterior ascendeu a
707,5 milhões de euros, o que se traduziu num aumento de
quase 397%, segundo o Banco de Portugal.
Verificou-se
um saldo negativo de investimento directo estrangeiro em
Portugal de 379 milhões de euros, contra um saldo positivo de
quase 1,9 mil tnilhões de euros em período homólogo de
2002. O investimento nacional na zona euro cresceu 72%, para
cerca de 442,4 tnilhões de euros.
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