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II
Feira de Artesanato da Cidade de Rio Tinto
Manuel
M Oliveira
Decorreu
no âmbito das Festas da Cidade a II Feira de Artesanato de
Rio Tinto, durante cinco dias, de 9 a 13 de Julho, um certame
organizado pela Junta de Freguesia de Rio Tinto ( a
cargo do pelouro da Cultura - Dr. João Carlos Brito,
principal responsável pela iniciativa), e que contou com o
apoio de uma comissão de artesãos locais e da Câmara
Municipal de Gondomar - Gabinete de Feiras Promocionais.
Na
peugada da primeira edição, esta iniciativa foi um enorme êxito,
tendo atraído cerca de 20 mil visitantes, entre riotintenses
e forasteiros, ao recinto do Mercado Municipal da Ranha. De
acordo com o Presidente da Junta, João Moura: "a
Feira de Artesanato é mais um factor de atracção. É um
complemento organizado, às Festas de S. Bento e S.
Cristóvão, e que simultaneamente ajuda ao sucesso geral das
Festas da Cidade" .
A
participação nesta II Feira de Artesanato de Rio Tinto foi
apenas de artesãos da cidade de Rio Tinto (para quando
concelho?) , integrada pelas freguesias de Rio Tinto e Baguim
do Monte, tendo aceitado o repto 25 artesãos locais, que
trabalharam nos mais variados materiais e géneros (madeira,
estanho, vidros, cerâmicas, bordados, gangas, azulejo, etc).
Como não podia deixar de ser e à boa moda portuguesa,
também houve, artesanato gastronómico, com variante de doces
e salgados.
 
Artesanato
Actividade
económica, de reconhecido valor cultural e social, que
assenta na produção, restauro ou reparação de bens de
valor artístico ou utilitário, de raiz tradicional ou
contemporânea, e na prestação de serviços de igual
natureza, bem como na produção e confecção tradicionais de
bens alimentares.
A
actividade artesanal deve caracterizar-se pela fidelidade aos
processos tradicionais, em que a intervenção pessoal
constitui um factor predominante e o produto final é de
fabrico individualizado e genuíno, sem prejuízo da abertura
à inovação.
(in
Diário da República de 09/02/2001 )
Artesãos
Em
comparação com a Feira do ano anterior, passou de 18 para 28
stands, e de 20 para 25 artesãos:
Alberto
Silva / Luísa Gomes - couros, ardósia, pirogravura
Ana
Macedo - ponto de cruz e rendas
António
Sousa - vitrais e tabuleiros
Antonino
Machado - estanho
Arnaldina
Araújo - doçaria
Aurora
Pinto - estanho,folha de ouro
Carla
Neves - tecelagem e tapeçaria
Carla
Rocha - pintura em cerâmica e barro
Celeste
Santos - pintura em tecido, barro e gessos
Fátima
Santos - bordados, pintura em cerâmica e pano
Gaspar
Barbosa / Alexandra Vieira - miniaturas em madeira
Jorge
Morais - cerâmica artística
José
Cruz - artefactos em papel
Lita
Oliveira - faiança, azulejaria
Maria
Augusta - pintura em tecido, bordados
Maria
do Céu - bordados, rendas
Natércia
Fonseca - ponto de cruz, bordados
Nuno
Moutinho - vassouras em palha de milho
Odete
Carneiro / Sandra Diogo - escultura cerâmica e esferovite
Paula
Francisco - cerâmica
Rosa
Olinda - tapetes de arraiolos
Virgínia
Onofre - ponto de cruz e arraiolos
II
ENCONTRO DE MUSICA TRADICIONAL DE BAGUIM DO MONTE
O
Grupo de Música Tradicional Trilhos Cruzados, da Associação
Cultural GRUPO CORAL
DE BAGUIM, vai realizar na noite do próximo sábado,
dia 09 de Agosto de 2003, pelas 21,30 horas, no Polidesportivo
do Crasto (Rua da Morena - Baguim do Monte - Gondomar), o
II ENCONTRO DE MUSICA TRADICIONAL DE BAGUIM DO MONTE
com
a participação de:
1.
Encontros da Eira - Reg. Autónoma da Madeira;
2.
Terras da Beira - Mundão, Viseu; e
3.
Trilhos Cruzados - Baguim do Monte, Gondomar
P
O E S I A
Obstáculos
As
coisas que vemos tolhem a límpida visão dos
horizontes
que buscamos!
Somos
nós que as plantamos!
Poemas
que fazem chorar
Há
poemas que falam de olhares que,
Como
bisturis,
Corações
dilaceram.
Há
poemas que fazem olhos chorar,
-
Que tal nunca mereceram –
Só
porque sabem da tristeza de outros olhos,
Que
de choro fazem um mar!
Figas
de Saint Pierre de Lá-Burraque
PRÉMIO
NACIONAL DE POESIA DA VILA DE FÂNZERES
14ª
EDIÇÃO
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1 - Instituído pela Junta de Freguesia de Fânzeres por
ocasião do 1º Aniversário da sua elevação a Vila, o PRÉMIO NACIONAL DE POESIA DA VILA DE FÂNZERES, de carácter anual, destina-se à divulgação de novos e
consagrados valores da poesia nacional;
2 - O conteúdo temático das obras apresentadas a concurso
é livre;
3 - As obras concorrentes deverão ser obrigatoriamente inéditas
e com o mínimo de 50
e o máximo de 100
páginas A4,
dactilografadas a 2
espaços e escritas em língua portuguesa;
4 - Os originais concorrentes devem ser enviados em quatro
(4) exemplares, assinados com o seu pseudónimo, até ao próximo
dias 20 de Novembro de
2003 para:
PRÉMIO
NACIONAL DE POESIA DA VILA DE FÂNZERES
JUNTA DE FREGUESIA DE FÂNZERES
RUA
S. TIAGO, S/N
4510-670 FÂNZERES
5 - Os elementos de identificação contendo o nome, idade
e número de telefone para eventual contacto, devem ser
enviados, em sobrescrito lacrado, juntamente com a obra
concorrente, devendo no seu exterior ser indicado o título da
obra e o pseudónimo utilizado pelo concorrente;
6 – Podem, também, concorrer cidadãos estrangeiros que
possuam residência fixa em Portugal;
7 – Fica, contudo, vedada a participação a todos os
elementos do Executivo e da Assembleia de Freguesia de Fânzeres;
8 - O prémio será atribuído por um júri de três
elementos de reconhecida idoneidade cultural e intelectual;
9 - O prémio consistirá numa edição em livro de 500
exemplares da obra premiada, revertendo metade (250) da edição
para o autor, considerando-se assim pagos os direitos de
autor;
10 - O júri reserva-se o direito de não atribuir o prémio
se considerar que a qualidade da obra apresentada em concurso
o não justifique. Não haverá lugar a prémio “exaequo”;
11 - A decisão final do júri, de que não haverá
recurso, será tornada pública até ao dia 20
de Dezembro do ano
de 2003;
12 - Todos os originais concorrentes, não premiados serão,
posteriormente, destruídos não havendo lugar à devolução;
13 - Só será aberto pelo Júri o envelope identificativo
da obra premiada;
14 – A entrega do Prémio Nacional de Poesia da Vila de Fânzeres
ao autor galardoado, ocorrerá em cerimónia pública, em
local a definir no momento adequado;
15 - A decisão do júri será tornada pública através
dos órgãos de comunicação social e nos locais de afixação
dos editais da Junta de Freguesia;
16 - Uma vez entregues os originais, considera-se que os
concorrentes conhecem e aceitam todas as cláusulas do
presente REGULAMENTO;
17 - Os casos omissos no presente REGULAMENTO serão resolvidos pelo júri, dando disso conhecimento
à entidade promotora.
Secretaria
da Junta de Freguesia de Fânzeres, 10 de Julho de 2003
O
Presidente da Junta de Freguesia,
JOSÉ
MARTINS
À
população de Rio Tinto
Recebemos,
para publicação, o seguinte comunicado de “O Coreto” -
Jornal da Banda Marcial de S. Cristóvão de Rio Tinto
Riotintenses:
A
banda de Rio Tinto tem um grupo de amigos que dão animo e
coragem à Direcção para levar bem longe a nossa música a
muitas terras do nosso país, funcionando como cantadores de
Natal calcorreando as ruas da nossa Cidade para que as tradições
não morram e é com desagrado não vermos a Banda da nossa
terra a tocar nas festas da Cidade por casmurrice da Comissão
de festas que julgam estar orgulhosos por não convidar a
nossa banda, tornando-se em Senhores Feudais, Salazarenos e
muito mais, são aquilo que gostaríamos que não fossem.
Ora
como amigos da Banda e muito orgulhosos de o sermos passamos a
exigir que no futuro próximo a Banda faça parte das festas
de S. Bento e S. Cristóvão, já que a mesma tem o
nome do padroeiro, pois tal como dizemos o que é nosso
é bom. Quantas terras do nosso país gostariam de ter uma
banda de música como a nossa?
Orgulhamo-nos
de ter uma banda de qualidade sempre acompanhada por amigos e
que por terras por onde passa amigos deixa, é lamentável que
só a Comissão de Festas de S. Bento não reconheça os
valores culturais da nossa terra.
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