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   ano   segundo |   número   trinta e cinco | quinzenário   director   henrique prior |   director-adjunto   manuel oliveira |   30.Julho.2003
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II Feira de Artesanato da Cidade de Rio Tinto

Manuel M Oliveira

 

Decorreu no âmbito das Festas da Cidade a II Feira de Artesanato de Rio Tinto, durante cinco dias, de 9 a 13 de Julho, um certame organizado pela Junta de Freguesia  de Rio Tinto ( a cargo do pelouro da Cultura - Dr. João Carlos Brito, principal responsável pela iniciativa), e que contou com o apoio de uma comissão de artesãos locais e da Câmara Municipal de Gondomar - Gabinete de Feiras Promocionais.

 

Na peugada da primeira edição, esta iniciativa foi um enorme êxito, tendo atraído cerca de 20 mil visitantes, entre riotintenses e forasteiros, ao recinto do Mercado Municipal da Ranha. De acordo com o Presidente da Junta, João Moura: "a Feira de Artesanato é mais um factor de atracção. É um complemento organizado,  às Festas de S. Bento e S. Cristóvão, e que simultaneamente ajuda ao sucesso geral das Festas da Cidade" .

A participação nesta II Feira de Artesanato de Rio Tinto foi apenas de artesãos da cidade de Rio Tinto (para quando concelho?) , integrada pelas freguesias de Rio Tinto e Baguim do Monte, tendo aceitado o repto 25 artesãos locais, que trabalharam nos mais variados materiais e géneros (madeira, estanho, vidros, cerâmicas, bordados, gangas, azulejo, etc). Como não podia deixar de ser e à boa moda portuguesa,  também houve, artesanato gastronómico, com variante de doces e salgados.

 

Artesanato

 

Actividade económica, de reconhecido valor cultural e social, que assenta na produção, restauro ou reparação de bens de valor artístico ou utilitário, de raiz tradicional ou contemporânea, e na prestação de serviços de igual natureza, bem como na produção e confecção tradicionais de bens alimentares.

A actividade artesanal deve caracterizar-se pela fidelidade aos processos tradicionais, em que a intervenção pessoal constitui um factor predominante e o produto final é de fabrico individualizado e genuíno, sem prejuízo da abertura à inovação.

(in Diário da República de  09/02/2001 )

 

Artesãos

 

Em comparação com a Feira do ano anterior, passou de 18 para 28 stands, e de 20 para 25 artesãos:

 

Alberto Silva / Luísa Gomes - couros, ardósia, pirogravura

Ana Macedo - ponto de cruz e rendas

António Sousa - vitrais e tabuleiros

Antonino Machado - estanho

Arnaldina Araújo - doçaria

Aurora Pinto - estanho,folha de ouro

Carla Neves - tecelagem e tapeçaria

Carla Rocha - pintura em cerâmica e barro

Celeste Santos - pintura em tecido, barro e gessos

Fátima Santos - bordados, pintura em cerâmica e pano

Gaspar Barbosa / Alexandra Vieira - miniaturas em madeira

Jorge Morais - cerâmica artística

José Cruz - artefactos em papel

Lita Oliveira - faiança, azulejaria

Maria Augusta  - pintura em tecido, bordados

Maria do Céu - bordados, rendas

Natércia Fonseca  -  ponto de cruz, bordados

Nuno Moutinho - vassouras em palha de milho

Odete Carneiro / Sandra Diogo - escultura cerâmica e esferovite

Paula Francisco - cerâmica

Rosa Olinda - tapetes de arraiolos

Virgínia Onofre - ponto de cruz e arraiolos

           

 


 

 II  ENCONTRO DE MUSICA TRADICIONAL DE BAGUIM DO MONTE 

 

O Grupo de Música Tradicional Trilhos Cruzados, da Associação Cultural GRUPO CORAL DE BAGUIM, vai realizar na noite do próximo sábado, dia 09 de Agosto de 2003, pelas 21,30 horas, no Polidesportivo do Crasto (Rua da Morena - Baguim do Monte - Gondomar), o

 

               II ENCONTRO DE MUSICA TRADICIONAL DE BAGUIM DO MONTE 

 

com a participação de:

 

1. Encontros da Eira - Reg. Autónoma da Madeira;

2. Terras da Beira - Mundão, Viseu; e

3. Trilhos Cruzados - Baguim do Monte, Gondomar

 

 

 

 

P O E S I A

 

Obstáculos

 

As coisas que vemos tolhem a límpida visão dos

horizontes que buscamos!

Somos nós que as plantamos!

 

 

Poemas que fazem chorar

 

Há poemas que falam de olhares que,

Como bisturis,

Corações dilaceram.

 

Há poemas que fazem olhos chorar,

- Que tal nunca mereceram –

Só porque sabem da tristeza de outros olhos,

Que de choro fazem um mar!

 

 

Figas de Saint Pierre de Lá-Burraque

 

 

PRÉMIO NACIONAL DE POESIA DA VILA DE FÂNZERES

14ª EDIÇÃO 

 

1 - Instituído pela Junta de Freguesia de Fânzeres por ocasião do 1º Aniversário da sua elevação a Vila, o PRÉMIO NACIONAL DE POESIA DA VILA DE FÂNZERES, de carácter anual, destina-se à divulgação de novos e consagrados valores da poesia nacional;  

2 - O conteúdo temático das obras apresentadas a concurso é livre;  

3 - As obras concorrentes deverão ser obrigatoriamente inéditas e com o mínimo de 50 e o máximo de 100 páginas A4, dactilografadas a 2 espaços e escritas em língua portuguesa;  

4 - Os originais concorrentes devem ser enviados em quatro (4) exemplares, assinados com o seu pseudónimo, até ao próximo dias 20 de Novembro de 2003 para:

PRÉMIO NACIONAL DE POESIA DA VILA DE FÂNZERES

JUNTA DE FREGUESIA DE FÂNZERES

RUA S. TIAGO, S/N
  4510-670 FÂNZERES  

5 - Os elementos de identificação contendo o nome, idade e número de telefone para eventual contacto, devem ser enviados, em sobrescrito lacrado, juntamente com a obra concorrente, devendo no seu exterior ser indicado o título da obra e o pseudónimo utilizado pelo concorrente;  

6 – Podem, também, concorrer cidadãos estrangeiros que possuam residência fixa em Portugal;  

7 – Fica, contudo, vedada a participação a todos os elementos do Executivo e da Assembleia de Freguesia de Fânzeres;  

8 - O prémio será atribuído por um júri de três elementos de reconhecida idoneidade cultural e intelectual;  

9 - O prémio consistirá numa edição em livro de 500 exemplares da obra premiada, revertendo metade (250) da edição para o autor, considerando-se assim pagos os direitos de autor;  

10 - O júri reserva-se o direito de não atribuir o prémio se considerar que a qualidade da obra apresentada em concurso o não justifique. Não haverá lugar a prémio “exaequo”;

11 - A decisão final do júri, de que não haverá recurso, será tornada pública até ao dia 20 de Dezembro do ano de 2003;  

12 - Todos os originais concorrentes, não premiados serão, posteriormente, destruídos não havendo lugar à devolução;

13 - Só será aberto pelo Júri o envelope identificativo da obra premiada;  

14 – A entrega do Prémio Nacional de Poesia da Vila de Fânzeres ao autor galardoado, ocorrerá em cerimónia pública, em local a definir no momento adequado;  

15 - A decisão do júri será tornada pública através dos órgãos de comunicação social e nos locais de afixação dos editais da Junta de Freguesia;  

16 - Uma vez entregues os originais, considera-se que os concorrentes conhecem e aceitam todas as cláusulas do presente REGULAMENTO;  

17 - Os casos omissos no presente REGULAMENTO serão resolvidos pelo júri, dando disso conhecimento à entidade promotora.    

Secretaria da Junta de Freguesia de Fânzeres, 10 de Julho de 2003  

O Presidente da Junta de Freguesia,

 JOSÉ MARTINS


À população de Rio Tinto

 

Recebemos, para publicação, o seguinte comunicado de “O Coreto” - Jornal da Banda Marcial de S. Cristóvão de Rio Tinto

 

Riotintenses:

A banda de Rio Tinto tem um grupo de amigos que dão animo e coragem à Direcção para levar bem longe a nossa música a muitas terras do nosso país, funcionando como cantadores de Natal calcorreando as ruas da nossa Cidade para que as tradições não morram e é com desagrado não vermos a Banda da nossa terra a tocar nas festas da Cidade por casmurrice da Comissão de festas que julgam estar orgulhosos por não convidar a nossa banda, tornando-se em Senhores Feudais, Salazarenos e muito mais, são aquilo que gostaríamos que não fossem.

Ora como amigos da Banda e muito orgulhosos de o sermos passamos a exigir que no futuro próximo a Banda faça parte das festas de S. Bento e S. Cristóvão, já que a mesma tem o  nome do padroeiro, pois tal como dizemos o que é nosso é bom. Quantas terras do nosso país gostariam de ter uma banda de música como a nossa?

Orgulhamo-nos de ter uma banda de qualidade sempre acompanhada por amigos e que por terras por onde passa amigos deixa, é lamentável que só a Comissão de Festas de S. Bento não reconheça os valores culturais da nossa terra.

 

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